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PF aponta falha mecânica como causa de acidente de Eduardo Campos

O relatório da Polícia Federal apresentado na tarde desta segunda (6), pelo delegado Rubens Mailener, concluiu a causa do acidente que vitimou o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos e os seus assessores. O documento aponta falha mecânica como sendo a causa do acidente. O delegado trabalhou com 10 hipóteses, das quais quatro continuam possíveis, quase todas elas apontando para defeito na aeronave. Segundo o relatório, a causa mais provável seria um problema no profundor ou compensador da aeronave, localizados na cauda do avião com a função de diminuir a forca necessária a ser exercida pelo piloto durante as manobras.

Em um breve pronunciamento à imprensa, o Ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann disse ter acompanhado a apresentação do relatório em atenção à família do ex-governador, mas que a questão é eminentemente técnica e que ele não tem mais nada declarar. Já João Campos, filho do ex-governador, falou à imprensa em nome da família e mostrou confiança no trabalho dos investigadores. “Reconhecemos o importante trabalho da PF nessa investigação. É uma angústia da família, pois estamos completando quatro anos de acidente mas entendemos que essa demora foi para que fosse feito o melhor trabalho possível”, disse.

João Campos referendou o relatório apresentado e evitou especulações sobre acidente premeditado. “O delegado Rubens Mailener é uma pessoa muito séria, que conduziu os casos mais relevantes do país como o acidente com o avião do ministro do STF Teori Zavascki, o acidente da Gol e da Air France. Ele descarta a possibilidade de sabotagem. Nós vamos olhar os autos mas estamos felizes com o tratamento que recebemos e com a disponibilidade dos peritos. Não tivemos acesso a todos os documentos e por isso não vou falar de forma precipitada”.

“Sabotagem”

Contrariando esse entendimento, o advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador apontou para a possibilidade de acidente criminoso. “Essa falha técnica pode ter sido tecnicamente preparada como uma bomba relógio e ser previamente planejada. Ficou claro que não foi falha humana que derrubou Eduardo campos. O que derrubou o avião foi falha mecânica. Isso leva à uma segunda hipótese de que foi sabotagem. Quando o relatório chegar ao MPF vamos requerer diligências complementares” disse.

Pré-candidato a deputado federal, Antônio Campos (Podemos) divulgou um parecer técnico do comandante Carlos Camacho, especialista em acidentes aéreos, em que é apresentada uma série de nove acidentes com aeronaves Cessna Citation, de modelos das séries 500 e 600, ocorridos em diversas partes do mundo entre 2001 e 2016. É esse documento que Campos anexou aos autos da ação movida contra a União e a empresa fabricante do avião.

“Há um erro claro de projeto do avião que causa um problema operacional sério. A asa que existe na cauda produz movimentos aerodinâmicos que, em casos de voos em altura baixa, pode levar a um mergulho fatal e não existe (nesses modelos Cessna) um aviso sonoro para que a tripulação possa reagir a tempo de evitar a tragédia”, explicou Camacho ao Estado.

Segundo Antônio Campos, na reunião com os familiares houve o questionamento sobre a desorientação espacial, porém esta indagação foi considerada pelo delegado como a mais improvável das que restaram. “Levantei essa tese no inquérito com assistentes técnicos e há registros na imprensa disto”, conta Campos.

Para Antônio Campos, ficou claro que não houve falha humana, ao contrário das conclusões do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). “O que pretendo aprofundar, perante o Ministério Público Federal e ao juiz a quem será encaminhado o procedimento, é se essa falha mecânica pode ter sido tecnicamente preparada como uma bomba-relógio, o que caracterizaria sabotagem”, declarou. “O delegado Rubens Maleiner fez um grande trabalho, mas as investigações ainda não acabaram”, conclui.

Causas prováveis
Das dez hipóteses iniciais com que os investigadores da Polícia Federal trabalharam, restaram apenas quatro. Além do defeito no profundor do compensador, também não foram descartadas a desorientação espacial, a colisão com um objeto (uma ave, por exemplo) e o desvio de trajetória para evitar a colisão com um objeto.

Por: Portal FolhaPE, com informações de Renato Raposo

“Pernambuco Vai Mudar” oficializa vice de Armando até dia da convenção

Está confirmada para este sábado, dia 4 de agosto, a partir das 9h, no Classic Hall, em Olinda, a convenção da frente das oposições “Pernambuco Vai Mudar”. O evento oficializa as candidaturas do senador Armando Monteiro (PTB) a governador e dos deputados federais Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM) para o Senado nas eleições do dia 7 de outubro. A vaga de vice na coligação deverá ser anunciada até o sábado.

Em torno de Armando, Bruno e Mendonça estão alinhados até o momento 12 partidos: além de PTB, PSDB e DEM, integram a aliança das oposições PSC, PPS, PRB, Podemos, PV, PSL, PRTB, PHS e PSDC.

“Fui convocado pela frente de partidos para liderar um novo tempo em Pernambuco, que resgate a esperança da nossa população e o protagonismo que o nosso Estado sempre teve”, afirmou Armando. “Ouvindo os pernambucanos de todas as regiões, estamos construindo um projeto que gere mais ofertas de empregos, cuide das pessoas, ofereça melhores dos serviços públicos na saúde, segurança pública, educação.”

Cinco ex-governadores estão apoiando a frente liderada por Armando: além de Mendonça, Roberto Magalhães (DEM), Gustavo Krause (DEM), Joaquim Francisco (PSDB) e João Lyra Neto (PSDB). Também reforça a aliança, desde o primeiro momento, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), bem como deputados federais e estaduais e prefeitos das principais cidades de Pernambuco, como Jaboatão dos Guararapes, Caruaru, Petrolina, Salgueiro, Garanhuns, Camaragibe, Ipojuca, Igarassu, Santa Cruz do Capibaribe, São Lourenço da Mata e Araripina, entre outras.

Além da chapa majoritária, serão oficializados como candidatos os postulantes à Assembleia Legislativa e à Câmara Federal, segundo nota.

Fonte: Blog do Nil Júnior

PT comete novo erro histórico em Pernambuco

Nas eleições de 2012 o então prefeito João da Costa que tinha o direito de disputar a reeleição foi obrigado a um desumano processo de prévias, mesmo assim saiu-se vitorioso do processo com expressiva aprovação contra Maurício Rands, que era o nome ungido por Humberto Costa para substituí-lo. Apesar de vencer as prévias, João da Costa não levou a candidatura, ficando a critério do diretório nacional dar a palavra final sobre o destino do PT, que rasgando as prévias, indicou Humberto Costa como candidato do partido.

Humberto foi lançado como candidato tendo João Paulo como seu vice, enquanto Eduardo Campos decidiu lançar Geraldo Julio, após assistir de camarote a confusão do PT. Resultado: Geraldo saiu vitorioso no primeiro turno, tendo o então desconhecido Daniel Coelho em segundo lugar do pouco relevante PSDB na capital pernambucana. Humberto acabou ficando em terceiro lugar com menos de 18% dos votos válidos.

Após aquele episódio, o PT perdeu mais duas eleições em Pernambuco, sendo a de governador e senador em 2014 e a de prefeito do Recife em 2016. Em 2018 estava se reconstruindo com a pré-candidatura de Marília Arraes que estava empatada tecnicamente com o governador Paulo Câmara nas últimas pesquisas divulgadas. A ida de Marília para o segundo turno era algo completamente factível, pois ela caiu nas graças da população.

O PT mais uma vez decidiu anteontem, por 17 votos a 8, que realizaria uma aliança com o PSB no estado, prejudicando a postulação legítima de Marília Arraes. Ontem o partido em Pernambuco demonstrou que queria Marília, quando 230 dos 251 delegados, 91,63% dos votos, optaram pela candidatura própria. Apesar da decisão do Grupo Tático Eleitoral ser majoritariamente a favor de Marília, o diretório nacional optará pela aliança com o PSB, pois foi assinada uma resolução que dava poderes ao diretório nacional deliberar sobre o destino do partido em Pernambuco.

Os fatos evidenciam que novamente os desejos da local e da nacional são completamente conflitantes, como em 2012. Naquela ocasião não terminou bem para o PT. É pouco provável que depois de toda esta lambança Humberto Costa saia ileso e com o mandato de senador renovado sem sustos na chapa de Paulo Câmara, pois inexoravelmente a confusão do partido seguirá contaminando o processo eleitoral, levando problemas para o palanque de Paulo Câmara. Agora, verdade seja dita, tudo que foi feito pelo PT na retirada de Marília teve a digital do ex-presidente Lula, que de dentro da prisão segue mandando e desmandando no destino do partido em todo o Brasil.

Fonte: Blog do Edmar Lyra

Armando critica PSB e se diz solidário a Marília

O pré-candidato ao governo do Estado pela frente de oposição “Pernambuco Vai Mudar”, senador Armando Monteiro (PTB), criticou a postura antidemocrática do PSB de forçar a retirada da pré-candidatura da vereadora do Recife Marília Arraes em troca do apoio dos petistas à reeleição do governador Paulo Câmara. “Lamento que o PSB atue dessa forma, querendo atropelar, querendo ganhar no tapetão. É lamentável, mas o pernambucano vai avaliar isso, se é uma postura correta, se é democrático querer abafar as candidaturas, excluí-las”, disse Armando.  A convenção que vai oficializar a candidatura do petebista ocorre neste sábado 4, no Classic Hall, em Olinda, a partir das 9h.

“Eu lamento que o governo atue para tirar candidatos.  Isso não é uma postura democrática. O que o pernambucano queria era ter mais opções para fazer a melhor escolha”, afirmou, completando: “Querem ganhar por WO, querem ganhar tirando os concorrentes do campo”.

Armando se disse solidário à vereadora. “Acho que ela deveria participar do processo e nós estávamos prontos para fazer o debate com ela também sobre os temas de Pernambuco”, salientou, reforçando o que disse durante a sua fala sobre o processo eleitoral deste ano. “Tenho um grande amor ao meu Estado.  Estamos prontos para debater os problemas de Pernambuco. O debate tem que ser sobre Pernambuco. Eles vão querer falar sobre o passado, mas o que nos interessa é o futuro de Pernambuco”, arrematou.

Fonte: Blog do Nil Júnior

Setor de serviços e comércio criaram 75% das vagas de trabalho intermitente e parcial após reforma trabalhista

Desde a entrada em vigor da reforma trabalhista, o setor de serviços e o comércio foram responsáveis por mais de 75% das vagas criadas nas modalidades de trabalho intermitente e regime parcial. É o que mostra levantamento feito pelo G1 com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho (MTE).

Os números apontam ainda que a criação de vagas nas novas modalidades regularizadas pela reforma representam cerca de 7% do total de 392 mil postos abertos no país neste ano – abaixo da previsão inicial do governo, que tinha a expectativa de que a reforma criasse dois milhões de empregos em 3 anos.

O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado. Já o regime de trabalho parcial é aquele em que o empregado tem até 30 horas semanais de serviço contratado.

Criação de vagas de trabalho intermitente e parcial
De novembro de 2017 a junho de 2018
Serviços: 15.972Comércio: 10.629Construção Civil: 3.601Indústria: 4.146Agricultura: 790Administração Pública: 152Serviços Industriais de Utilidade Pública (SIUP): 60Extrativa mineral: 58
Fonte: Caged

De novembro de 2017, quando a reforma entrou em vigor, até junho de 2018, foram criadas 35 mil vagas de trabalho nessas duas modalidades – sendo 26 mil concentradas no setor de serviços e no comércio. Já o setor da indústria criou 4,1 mil vagas (11%), enquanto a construção abriu 3,6 mil (10%).

Isoladamente, o setor de serviços lidera a criação de postos intermitentes e em regime parcial. No período analisado, o setor criou 8,5 mil vagas de trabalho intermitente e 7,4 mil em regime parcial. O número significa que, de todas as vagas criadas nessas duas modalidades de trabalho, 45% foram no setor de serviços.

Já o comércio, sozinho, representa uma fatia de 30% do total de vagas de trabalho intermitente e em regime parcial criadas desde a reforma trabalhista.

Funções que mais abrem postos

Entre as funções que criam vagas de trabalho intermitente, as que apareceram com mais frequência nos dados mais recentes do Caged, de junho, foram:

  • assistente de vendas
  • recepcionista
  • alimentador de linha de produção
  • servente de obras
  • garçom
  • cozinheiro
  • faxineiro
  • pedreiro
  • carregador
  • vigilante

Já no regime de trabalho parcial, as funções mais comuns foram:

  • vendedor de comércio
  • assistente administrativo
  • repositor de mercadorias
  • operador de caixa
  • auxiliar de escritório
  • faxineiro
  • operador de telemarketing
  • recepcionista
  • motorista de ônibus
  • embalador
Comércio está entre os setores que mais contratam na modalidade de trabalho intermitente (Foto: Reprodução/EPTV)

Comércio está entre os setores que mais contratam na modalidade de trabalho intermitente (Foto: Reprodução/EPTV)

O MTE também aponta que os profissionais com ensino médio são maioria entre os que aceitam uma vaga de trabalho intermitente. Em junho, 77% das vagas nessa modalidade foram preenchidas por pessoas com esse nível de escolaridade. Já no trabalho em regime parcial, foram 60% das vagas.

Vagas das novas modalidades são menos de 10% do total

Desde a entrada em vigor da reforma trabalhista, o país já teve a criação de cerca de 35 mil vagas de trabalho intermitente e em regime parcial. Dessas, aproximadamente 30 mil foram criadas em 2018. O número representa 7% do total de 392 mil vagas criadas no país de janeiro a junho.

Além disso, o número de vagas criadas por mês ainda está abaixo da previsão feita pelo governo quando a reforma foi aprovada.

A estimativa era que, com as novas regras, seriam criadas 55 mil vagas por mês considerando apenas o trabalho intermitente.

O economista Thiago Xavier, da Tendências Consultoria, diz que já era esperado que o impacto da reforma sobre o saldo de vagas de emprego no Brasil não seria imediato, apontando que as novas regras não bastam para que o mercado de trabalho se recupere.

Fonte: G1 – Globo

Armando chega à convenção mais forte e com palanque maior

A lista de ex-governadores que apoiam Armando começa pelo próprio Mendonça, Roberto Magalhães (DEM, 1983-1986), Gustavo Krause (DEM, 1986), Joaquim Francisco (PSDB, 1991-1994) e João Lyra (2014)

Assessoria de imprensa / Foto: Fotos: PTB/Divulgação

Apoio de 12 partidos, cinco ex-governadores, metade dos dez maiores colégios eleitorais de Pernambuco.  Após quatro anos, o pré-candidato ao governo do Estado pela frente de oposição “Pernambuco Vai Mudar”, senador Armando Monteiro (PTB), chega à convenção que vai oficializar seu nome na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas, no próximo sábado 4, no Classic Hall, em Olinda, com um palanque muito mais forte.

A partir dos seus companheiros de chapa para o Senado, os deputados federais Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM). Ambos ostentam um currículo extenso, com passagens pela Assembleia Legislativa e Câmara Federal. Além de terem sido ministros – Mendonça, da Educação, e Bruno, das Cidades -, com atuações em benefício do Brasil e, em especial, de Pernambuco, com centenas de ações concretas por todo o País.

A lista de ex-governadores que apoiam Armando começa pelo próprio Mendonça. Junto ao ex-ministro da Educação, formam um time que alia experiência e serviços prestados ao Estado: Roberto Magalhães (DEM, 1983-1986), Gustavo Krause (DEM, 1986), Joaquim Francisco (PSDB, 1991-1994) e João Lyra (2014). “São pessoas que nos inspiram. Com esse time ao nosso lado, temos exemplos de como dar a Pernambuco o protagonismo que o Estado perdeu de 2015 para cá”, salienta Armando Monteiro.

“Armando está mais forte agora, na atual conjuntura. Nossa participação como ex-governadores é no sentido de ajudar. Não tenho dúvida de que ele estará no segundo turno”, avalia o ex-governador Roberto Magalhães. “Essa aliança traz um somatório de experiências positivas que, na figura de Armando, honra as tradições pernambucanas”, completa  Joaquim Francisco.

A coligação que dá sustentação a Armando nesta eleição está mais robusta. Conta com 12 partidos: além de PTB, PSDB e DEM, estão juntos no projeto de mudança que a aliança propõe legendas como PSC, PRB, Podemos, PV, PRTB, PSDC, PSL, PHS e PPS. Destes partidos,  nove integravam a Frente Popular na eleição de 2014. “É a maior frente de oposição da história de Pernambuco. A proposta de Armando está em sintonia com o da população, principalmente os segmentos mais sofridos, que vivem esta precariedade de serviços providos pelo governo do Estado. Armando é o legítimo representante desse sentimento de mudança”, reforça o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB).

Outro dado importante é a força do apoio dos prefeitos de metade dos dez maiores colégios eleitorais de Pernambuco: Anderson Ferreira (Jaboatão dos Guararapes), Raquel Lyra (Caruaru), Miguel Coelho (Petrolina), Demóstenes Meira (Camaragibe) e Izaías Régis
(Garanhuns). “Podemos atribuir esse crescimento a dois fatores: a falta de liderança do governador Paulo Câmara e o desgaste do seu governo e o trabalho desenvolvido por Armando e o que ele representa”, destaca o deputado estadual e presidente estadual do PTB, José Humberto Vasconcelos.

Fonte: Blog do Roberto Araripina

VALE ESTE – Armando responsabiliza governador por onda de explosões em bancos no interior

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O pré-candidato a governador pela frente de oposição “Pernambuco Vai  Mudar”, senador Armando Monteiro (PTB), voltou a criticar a falta de pulso do governador Paulo Câmara no combate à violência no Estado. “Falta atitude, falta voz, falta pulso firme. Pernambuco vive dominado pelo medo e não é algo mais restrito ao Recife e à Região Metropolitana: as cidades do interior têm sido sistematicamente alvo da ação dos bandidos”, salientou Armando.

O senador se refere à madrugada de terror nas cidades de São Bento do Una e Santa Cruz do Capibaribe, em que três agências bancárias foram explodidas por grupos organizados de assaltantes fortemente armados. Em São Bento do Una, uma família chegou a ser feita refém dos assaltantes.  “Duas crianças ficaram sob a mira de um bandido. Isso é inaceitável e tem que mudar. O Pacto pela Vida tem que ser repactuado e não focar apenas em números, mas em eliminar o medo dos pernambucanos de vez.”

“O modus operandi dos assaltantes é o mesmo. Eles chegam de madrugada, ateiam fogo em carros da própria polícia, colocam grampos nas estradas para impedir a perseguição. Todo mundo sabe como eles agem. A falta de investimento em inteligência  impede que a polícia se antecipe às ações. Isso é algo que temos que mudar”, continua Armando.

Somente em julho, ocorreram, segundo a imprensa, ações do gênero em seis cidades do Agreste (São Bento do Una, Santa Cruz do Capibaribe, Lagoa dos Gatos e Surubim) e da Zona da Mata (Quipapá e Pombos), tendo dez estabelecimentos sido explodidos.

“O pior é que essas agências, muitas vezes, não são reabertas. Isso traz um prejuízo grande à população, que tem que ir a outras cidades para poder sacar dinheiro ou receber sua aposentadoria ou benefício. Sem falar nas filas gigantes que se formam nas lotéricas, Correios e correspondentes bancários. A economia desses municípios também perde, pois os negócios terminam sendo feitos onde os bancos estão”, arremata.

O Ministério Público de Pernambuco tem atuado, junto à Associação Municipalista de Pernambuco, para que as instituições bancárias sejam reabertas, orientando os promotores a ajuizarem ações contra os bancos. “O governo do Estado se omite duas vezes: ao não dar segurança e ao não atuar para reabrir as agências. Isso só acontece porque esse governo se esconde”, finaliza o senador.

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Fotos: PTB/Divulgação

PP e PR indicam Eriberto Medeiros à presidência da Alepe

O deputado estadual Cleiton Collins, vice-presidente da Alepe, afirmou que abriu mão da candidatura para se dedicar à prestação de contas de seu mandato

Assessoria de imprensa / Foto: reprodução

Após reunião, nesta segunda-feira (30), com todos os deputados do PP e PR, além da executiva estadual presidida pelo deputado federal Eduardo da Fonte, ficou decidido que os partidos terão uma única indicação à candidatura para presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco, que será o deputado estadual Eriberto Medeiros.

O deputado estadual Cleiton Collins, vice-presidente da Alepe, afirmou que abriu mão da candidatura para se dedicar à prestação de contas de seu mandato. “Quero me dedicar neste momento à prestação de contas do meu mandato para o povo pernambucano. Fiz um governo em um período difícil e delicado, consegui a interlocução da casa e por isso esperei o momento certo para tomar a decisão correta, preservando a unidade”.

Eriberto Medeiros agradeceu pelo gesto. “Agradeço ao pastor Cleiton Collins pelo gesto de abrir mão da disputa interna do PP em busca de um consenso, já que existe um sentimento de respeito à proporcionalidade dos partidos na Assembleia. E ao presidente do partido, Eduardo da fonte, que de forma democrática, ouviu os membros dos partidos, indicando o nosso nome para a apreciação dos 48 deputados na Casa Joaquim Nabuco”.

Fonte: Blog do Roberto Araripina

Com menos compartilhamentos, Instagram é aposta nas eleições

As redes sociais devem ajudar a dar uma cara nova à propaganda nas eleições de 2018. De olho na oportunidade de se tornarem mais conhecidos entre os eleitores, candidatos deixam de lado santinhos, cartazes e panfletos e, agora, apostam em seguidores, likes e compartilhamentos.
Para coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Fábio Malini, apesar de ocupar o 4º lugar no ranking das redes sociais mais utilizadas no Brasil, atrás do Facebook, Whatsapp e YouTube, o Instagram deve ser a grande aposta dessas eleições no Brasil.
“Existe uma curva de crescimento dessa ferramenta. É um veículo não contaminado por links, portanto muito difícil de colar notícia falsa. É claro que essa característica não exime o Instagram de conteúdos falsos ou distorcidos”, explicou.
Malini também aponta como uma vantagem o fato de o Instagram ser reconhecidamente uma plataforma alegre e com pouca toxidade. “Isso bem trabalhado politicamente faz com que o candidato tenha uma outra perspectiva de mostrar muito mais relações afetivas positivas”, avaliou.
Outra vantagem do Instagram, segundo o professor, é que nessa rede predominam os conteúdos originais, que têm mais credibilidade, enquanto no Facebook e no Whatsapp são mais compartilhamentos.
Captação de votos
Quando o assunto é atração de votos, o professor diz que a televisão, cada vez mais conectada às redes sociais, ainda tem um papel muito importante, já que só ela é capaz de falar para milhões de pessoas ao mesmo tempo.
“Juntas, as duas plataformas são capazes de criar clima de opinião”, explica.
De acordo com o especialista, o que conta para o eleitor não é o debate, que tem perdido cada vez mais audiência, mas a repercussão nas redes sociais. Atualmente, o Twitter domina as repercussões do que aparece na TV. Também é importante a exposição do candidato em programas fora do horário gratuito e a repercussão dessas inserções nas redes sociais.
Impulsionamento
As eleições de 2018 serão as primeiras a permitir que candidatos paguem para publicar propaganda na sua timeline.
Chamado de impulsionamento, a compra de anúncios em plataformas como o Facebook, Instagram, YouTube e o Twitter foi autorizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dá aos candidatos a chance de alcançar um número muito maior de usuários do que aqueles que já acompanham suas páginas e veem seus posts.
Os partidos não informam quanto pretendem investir nessa modalidade este ano, mas é certo que a palavra “patrocinado”, acompanhando mensagens políticas e pedidos de voto, vai invadir as redes sociais, a partir de 16 de agosto.
Fábio Malini acredita que a formalização de campanhas na internet pode trazer também como consequência a diminuição do uso de robôs e de perfis falsos para amplificar informações nas redes sociais.
Estudo
Levantamento da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (DAPP/FGV) com 5.415.492 tuítes avaliados entre 22 de junho e 23 de julho mostrou a ação de robôs na pré-campanha presidencial.
De acordo com o trabalho, as interações motivadas pela ação de perfis automatizados, nesse período, corresponderam a 22,17% dos tuítes de perfis ligados ao campo da esquerda e que compõem tradicionalmente a base do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; 21,96% relacionados ao campo conservador e alinhados ao deputado Jair Bolsonaro; 16,18% ligados ao campo de centro (não alinhados a nenhum dos “polos” tradicionais); e 3,99% ligados ao grupo de centro-esquerda (sem predomínio de nenhum ator político em particular).
Agência Brasil

Antônio Campos declara apoio eleitoral a Armando

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Blog do Magno

No último sábado, a sede do PSDB em Recife foi palco para oficialização do tucano Bruno Araújo, deputado federal, para ocupar uma das vagas ao Senado pela chapa ‘Pernambuco vai mudar’, composta por Armando Monteiro (PTB), na disputa pelo governo do estado, e Mendonça Filho (DEM), também na disputa ao Senado.

Participaram do evento várias figuras políticas do estado que se posicionaram como oposição. O pré-candidato pelo Podemos à Assembleia Legislativa, Antônio Campos, foi convocado para falar em nome de todos os Partidos que compõem a chapa, e não perdoou nas críticas à atual gestão do estado. “Desgoverno, que insistem em usar nomes que já não representam porque traíram suas mais fiéis raízes”, enfatizou o irmão do ex-governador Eduardo Campos.

O ditado popular “amigos, amigos negócios à parte”, nunca foi tão bem empregado como no cenário político atual de Pernambuco. O pré-candidato aproveitou o momento dizendo que vai lutar para manter uma harmonia entre as chapas da oposição, se referindo a Marília Arraes, pré-candidata ao governo pelo PT. “Respeito a liderança de minha prima Marília Arraes, com quem tenho diálogo, tenho conversado, e também estou desejando sorte a ela, mas meu apoio eleitoral pelo turno é na coligação Pernambuco Vai Mudar”, disse.

Ainda com a palavra, Antônio Campos defendeu o histórico político de sua família, “o maior pecado é aquele da omissão, e um verdadeiro Arraes, um verdadeiro Campos não peca por omissão”, pontuou o pré-candidato.

O sábado continuou sendo de apoios, a coligação proporcional ‘Avança Pernambuco’, que reúne as legendas PRTB, PV, PHS e PSL, realizou sua convenção em um hotel no Pina, na Zona Sul do Recife, e anunciou sua aliança às pré-candidaturas de Armando Monteiro (PTB), Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB). Também neste sábado o PSDC garantiu sua adesão à chapa ‘Pernambuco Vai Mudar’. Agora, são 12 partidos em torno do nome de Armando: PTB, DEM, PSDB, PPS, PSC, Podemos, PV, PRB, PHS, PSL, PSDC E PRTB

Vado da Farmácia declara apoio a Marco Aurélio e Fernando Filho

O ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Vado da Farmácia, anunciou apoio às candidaturas de Marco Aurélio (PRTB) para deputado estadual e Fernando Filho (DEM) para deputado federal.

Vado foi vice-prefeito do Cabo de Santo Agostinho entre 2005 e 2012 e governou o município entre 2013 e 2016 tendo sido eleito com expressiva votação.

Marco Aurélio é vereador do Recife pelo segundo mandato e surge como o principal nome do PRTB para chegar a um mandato na Casa Joaquim Nabuco

Fonte: Blog do Edmar Lyra

Vice-prefeito de Brejo da Madre de Deus declara apoio a Armando

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Mais lideranças do Agreste de Pernambuco se alinham ao projeto de mudança da frente de  oposição “Pernambuco Vai Mudar”. Na manhã desta segunda-feira (30), o pré-candidato ao governo do Estado, senador Armando Monteiro (PTB), recebeu o apoio do vice-prefeito de Brejo da Madre de Deus, Josevaldo Lopes (PRB), e do vereador Damião Aguiar, do mesmo partido.

“O governador Paulo Câmara foi um projeto que não deu certo. Uma atuação fraca, que deixou muito a desejar com relação à nossa região. Acredito no projeto que o senador Armando Monteiro está à frente e tenho certeza de que, com sua experiência e atitude, Pernambuco vai mudar”, afirmou Lopes, ao lado do deputado estadual e pré-candidato à Câmara Federal Sílvio Costa Filho (PRB).

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Fotos: PTB/Divulgação